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Edição impressa: Comandante dos bombeiros bate com a porta

por Redação

27 de Dezembro de 2019, 15:00

Foto Arquivo Jornal do Centro

Após 13 anos com a categoria de comandante Manuel Pereira cessou funções

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Os Bombeiros Voluntários de Penalva do Castelo terminam o ano de 2019 com alterações no comando da corporação devido à saída do comandante que há mais de uma década ocupava o cargo. Na altura em que foi nomeado chegou a ser considerado o comandante mais jovem do país.

Segundo o presidente da Associação Humanitária, Manuel Pereira pediu para deixar o cargo, alegadamente por motivos pessoais, o que levou a direção, depois de “vários esforços para o incentivar a continuar”, a aceitar o pedido. José Albuquerque acrescenta que o antigo comandante deixa o comando mas não o cor- po ativo dos bombeiros de Penalva do Castelo. Vai passar a integrar, como diz o presidente, o corpo ativo como Oficial de bombeiro. “Foi um homem que sempre se pautou por uma boa conduta e foi um excelente comandante porque deu sempre o seu melhor, o que nos faz sentir pena que tenha abandonado o cargo”, explica José Albuquerque acrescentando que Manuel Pereira lhe garantiu que vai ajudar o novo comando no que for necessário.

O presidente da corporação considera que a saída do comandante é “perfeitamente natural” nos corpos de bombeiros.

E o futuro?

É da competência da direção da Associação Humanitária nomear um novo comandante. O que irá acontecer durante o mês de janeiro. O presidente refere que o futuro comandante “sairá do corpo ativo”. “Essa situação já está a ser acautelada e pensada”, diz. Enquanto não é nomeado um novo nome é o segundo comandante que está a desempenhar as funções de comandante interino.

O Jornal do Centro contactou o antigo comandante dos bombeiros penalvenses, mas Manuel Pereira não quis falar sobre a sua saída do comando da corporação. Nas redes sociais dá conta que ao longo destes 13 anos sempre se pautou “com toda a dedicação, responsabilidade, zelo e profissionalismo em prol desta nobre causa de bem servir e socorrer a população, consoante meu compromisso”. “Termino esta missão com sentimento de dever comprido como sempre foi a minha forma de ser e estar”, refere Manuel Pereira.