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Coronavírus: 18 refeições servidas diariamente nas escolas de Viseu

por Redação

23 de Março de 2020, 12:29

Foto Arquivo Jornal do Centro

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São 18 as refeições servidas diariamente nas sete escolas na cidade de Viseu que estão a garantir alimentação aos alunos mais carenciados. São elas a Escola da Ribeira, a Escola Rolando de Oliveira, a Escola D. Duarte, a Escola Aquilino Ribeiro, a Escola Mestre Arnaldo Malho e a Escola Básica 2,3 de Mundão.

João Caiado, diretor do Agrupamento Infante D. Henrique, conta que a Escola Rolando de Oliveira serviu, em média, duas refeições por dia “e na sexta-feira (dia 20) já não serviu nenhuma”. Já a Escola da Ribeira serve à volta de “sete refeições” todos os dias.  A Escola Mestre Arnaldo Malho encontra-se a servir quatro refeições, ao passo que em Mundão não foi levantada nenhuma refeição.

Por último, a Infante D. Henrique tem servido sete refeições diárias. “No geral são entre 15 a 20 refeições diárias”, refere João Caiado.

As escolas abertas para o serviço de refeição foram distribuídas consoante a área geográfica dos alunos. “A maior parte dos alunos que estou a servir pertencem à Escola Viriato”, dá como exemplo o diretor do Agrupamento Infante D. Henrique.

Quanto ao número de escolas abertas, o também professor considera que “possivelmente não se justifica”. “Teríamos que pensar nessa situação, para ver se arranjávamos uma escola que servisse todos os alunos sem grandes custos para eles, para irem levantar as refeições. Temos de ter aqui assistentes operacionais, a cozinha... penso que podíamos, não prejudicando as pessoas que necessitam, pensar numa situação dessas”, explica.

A Escola da Ribeira seria, em princípio, a melhor solução pois “está mais centralizada e foi indicada, em primeiro lugar”, pensa João Caiado.

Além do serviço de refeições, há também escolas de portas abertas para acolher os filhos de profissionais de saúde ocupados em ações relacionadas com o coronavírus. No entanto, segundo o diretor do Agrupamento Infante D. Henrique, “não houve registo de nenhum aluno a pedir para ficar na escola”.

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