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A felicidade do dr. Ruas

 A felicidade do dr. Ruas
01.10.22
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 A felicidade do dr. Ruas

1. As últimas autárquicas foram em 26 de Setembro de 2021. Passou um ano. Já só faltam três para “mais uma corrida, mais uma viagem” eleitoral.
“O tempo é um patife, nunca pára” — hão-de estar a pensar os presidentes da câmara que foram (re)eleitos no Outono passado e que vêem os seus projectos empancados nas máquinas administrativas das câmaras que dirigem, na burocracia das CCDR e do governo, na caracolice dos empreiteiros.

2. “O tempo é um patife, nunca pára” — há-de estar a pensar Fernando Ruas que cometeu a imprudência de querer voltar ao lugar onde foi feliz. Será que este regresso o está a deixar satisfeito? Não se sabe. Uma coisa é certa, agora a luta política é muito mais dura:
— o PSD-Viseu aburguesou-se, já não é a antiga laranja mecânica que controlava tudo o que mexia nas freguesias;
— o PS concelhio continua inepto e inoperante, mas isso – que, em tempos idos, era um sossego para o dr. Ruas – agora já não tem importância nenhuma, a formiguinha João Azevedo não precisa do aparelho e não pára na sua azáfama;
— ao contrário do tempo em que era presidente da ANMP, o presidente da câmara de Viseu já pouco pode numa Lisboa cada vez mais centralista.

Os resultados práticos do seu regresso também não lhe devem estar a dar grande ventura:
— a candidatura do centro histórico a Património Mundial da Unesco não mexe nem remexe e a culpa disso é da câmara, não é da altura do edifício da Segurança Social;
— as hortaliças, frutas, leguminosas e proteínas foram colocadas à venda numa tenda de 822 mil euros (!); pergunta-se: já se sabe onde fazer um mercado a sério? quanto tempo vai durar aquele campismo?
— para quando uma barragem que garanta o abastecimento de água mesmo que haja secas prolongadas?
O regresso do dr. Ruas trouxe boas coisas do passado. As ruas estão de novo limpas e bonitas. Mas, e futuro? E felicidade?

 A felicidade do dr. Ruas

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