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Festival Lugar Futuro regressa a Viseu em março com dança jovem de vários países

É a quinta edição deste festival que leva a Viseu bailarinos e coreógrafos de todo o mundo. De 13 a 16 de março, o festival organizado pelo Lugar Presente será novamente uma plataforma para a estreia de novas obras de coreógrafos nacionais e internacionais. Mais de 200 candidaturas de 39 países foram submetidas, mas apenas seis obras foram selecionadas

Carolina Vicente
 Festival Lugar Futuro regressa a Viseu em março com dança jovem de vários países
16.02.25
fotografia: Jornal do Centro
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 Festival Lugar Futuro regressa a Viseu em março com dança jovem de vários países
26.02.25
Fotografia: Jornal do Centro
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 Festival Lugar Futuro regressa a Viseu em março com dança jovem de vários países

Leonor Barata, Leonor Keil, Albino Moura e Ana Cristina Pereira na apresentação do Festival

O Festival Internacional de Dança jovem Lugar Futuro está de volta a Viseu para a sua quinta edição, que decorre entre os dias 13 e 16 de março. O evento é organizado pela escola de dança Lugar Presente e vai reunir coreógrafos, bailarinos e estudantes de dança de diversas partes do mundo para uma programação que inclui espetáculos, ‘masterclasses’ e videodança.

A diretora artística do festival, Leonor Keil, destacou a importância do evento para a dança jovem e para a troca de experiências entre participantes de vários países. “Falou-se aqui da importância deste festival e de todas as suas componentes à volta da dança, desde a formação às primeiras obras. Temos também as masterclasses, aproveitamos o facto de as pessoas de outras escolas estarem cá, outros professores. Desde o ano passado temos a colaboração com o InShadow, que é um festival de videodança que no ano passado experimentámos, e achamos que é uma mais-valia à volta deste tema dança-corpo, e que faz sentido”.

Mais de 200 candidaturas de 39 países foram submetidas

O festival deste ano recebeu 212 candidaturas de 39 países, com França, Alemanha, Itália, China e Espanha entre os mais representados. Portugal aparece na sexta posição, com dez candidaturas. Segundo o diretor de produção, Albino Moura, a seleção procurou garantir diversidade. “Destas 212 candidaturas, seis obras foram selecionadas. Nós não apuramos só pela qualidade das propostas, porque são sempre muito boas, mas também procuramos selecionar o programa pela sua diversidade. Tentamos que haja algum tipo de linguagem diferente entre cada uma das propostas”.

As peças escolhidas são “The Rite of Spring”, da Companhia de Hila Nachshonov, “When…?”, de Moses Olayinka Akintunde, “Record: qué nos va a passar?”, de Mar Garcia e Javi Soler, “En Pièce Jointe”, de Armande Sanseverino e Gael Germain, “The Hormonas – is that all there is”, de Beatriz Mira e Tiago Barreiros, e “Chase the Rabbit”, de Lida Doumouliaka.

No primeiro dia do festival, 13 de março, estreia-se a peça “The Soul of Dominique, an ode to life”, da coreógrafa neerlandesa Robin Kroes, vencedora da edição anterior. “Este ano temos a Robin Kroes, que foi a vencedora do ano passado e essa peça é uma surpresa. Nós de facto não temos nenhuma informação sobre o que é que será essa peça, é uma estreia absoluta e uma co-produção do festival”, explicou a organização. O espetáculo vai contar com cinco bailarinos em palco.

A companhia da escola Lugar Presente também vai apresentar duas peças no primeiro dia do evento: “Off Cut”, de São Castro e António Cabrita, e um excerto de “Mas que canto é este?”, de Aldara Bizarro. Haverá ainda atuações de alunos do mestrado em Criação Coreográfica da Escola Superior de Dança, do Ballet Júnior da Madeira da Escola de Dança do Funchal e da Escola Artística Sivija Hercigonja, da Croácia.

Ana Cristina Pereira, da direção pedagógica do festival, sublinhou a importância da formação artística integrada no evento. “A formação artística deve ser multifacetada, não deve integrar só o trabalho em estúdio, mas também passar pela educação artística, o desenvolvimento de trabalhos de dança ao vivo, mas também mostrar-lhes outros elementos em formatos mais híbridos, como a videodança”.

O festival mantém uma componente interativa com o público, que poderá votar numa peça, que vai permitir ao coreógrafo vencedor desenvolver uma nova obra para apresentar na edição seguinte. “Há uma votação do público, que escolhe uma peça, e é-lhes possibilitado o facto de poderem desenvolver uma nova, que vêm apresentar no ano seguinte”, referiu a organização.

Impacto do festival na cidade e transmissão online

A vereadora da Cultura da Câmara Municipal de Viseu, Leonor Barata, também marcou presença na apresentação do festival, onde destacou o papel do mesmo na cidade. “Este pequeno festival já nos tem habituado a este dinamismo e é a prova da importância da formação artística. Não só da sua própria formação, da aquisição das habilidades técnicas necessárias, mas também a importância deste contacto entre as diversas escolas e diversos países”.

Para além da programação em Viseu, o festival vai permitir o acompanhamento a nível global através da transmissão por ‘live streaming’. A escola de dança Lugar Presente adiantou que pretende encontrar formas de levar o evento a outras regiões do país. “Vamos pensar em como apresentar este festival também nacionalmente, com outras colaborações. O esforço é tanto, há tantas candidaturas, tantos jovens a começarem, que é uma pena podermos ter estes convidados aqui e ficarmos pelo ‘streaming’ e o festival não conseguir viajar pelo nosso próprio país”.

É a quinta edição deste festival que leva a Viseu bailarinos e coreógrafos de todo o mundo.

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