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A Escola Secundária Alves Martins, em Viseu, à semelhança do ano anterior, volta a liderar o Ranking com 624 “20” atribuídos aos alunos. É também a primeira escola do distrito a aparecer na lista das escolas públicas. Ficou na 64ª posição no ranking geral dos exames do secundário de 2024, com uma média de 13,1 valores, uma subida de seis posições face a 2023. Se se tiver apenas em conta as notas das dez disciplinas com mais exames, a escola ocupa a 73.º lugar. Mas, se se tiver em conta apenas as escolas onde se realizaram 100 ou mais provas, este estabelecimento passaria para a 41ª posição do ranking.
“Aparecer entre as melhores é o resultado do trabalho continuado há vários anos e que se reflete na avaliação. É um trabalho distinto de alunos e professores e que tem o sucesso como resultado final”, salienta Adelino Azevedo Pinto, diretor da escola.
Ainda assim, segundo o diretor, os rankings podem ser injustos, na medida em que há análises que não dá para comparar. Para Adelino Azevedo Pinto, não é a mesma coisa fazer uma comparação numa escola que faz 80 exames ou “como a nossa, que faz quase dois mil”.
O ranking das escolas em Portugal foi divulgado esta sexta-feira. Os alunos dos colégios voltam a ter melhores resultados nos exames do secundário, com a primeira pública a surgir apenas em 33.º lugar de uma tabela nacional em que os estabelecimentos públicos localizados no norte ficam melhor na fotografia.
O Grande Colégio Universal, no Porto, lidera este ano a tabela realizada pela Lusa, que contabiliza apenas as 525 escolas que no verão do ano passado realizaram pelo menos 100 exames do ensino secundário.
Os alunos do Colégio Universal fizeram 191 provas e a média foi de 16,51 valores, não muito distante da média interna atribuída pelos professores do colégio ao trabalho realizado pelos seus alunos ao longo do ano (17,04 valores).
As 10 escolas com melhores classificações médias voltam a ser nomes já conhecidos que, noutros anos, chegaram a ocupar o primeiro lugar das tabelas como o Colégio Nossa Senhora do Rosário, no Porto, que agora aparece em 2.º lugar com 16,42 valores, o Colégio Efanor, em Matosinhos (3.º lugar com 16,36 valores), ou D. Diogo de Sousa, em Braga (4.º lugar com 15,91 valores).
Em 5.º lugar aparece a primeira escola da zona de Lisboa, o Colégio de S. Tomás, seguido do Salesianos de Lisboa – Colégio Oficinas de São José e o Colégio Campo de Flores, em Almada.
Num universo de 448 escolas públicas e 76 privadas, é preciso descer até ao 33.º lugar para encontrar a primeira pública com melhor média nacional: a Escola Básica e Secundária Dr. Ferreira da Silva, em Oliveira de Azeméis.
A média dos 125 exames dos alunos da escola do distrito de Aveiro foi de 13,85 valores e representa uma melhoria dos estabelecimentos públicos em relação ao ano anterior, quando a primeira escola surgiu apenas em 39.º lugar com uma média ligeiramente mais baixa (13,23).
A lista das 10 públicas com melhores resultados nos exames também são “repetentes” nestas andanças e muitas já ocuparam várias vezes o primeiro lugar: A Escola Tomaz Pelayo, em Santo Tirso, surge agora em 2.º lugar, seguindo-se a Secundária D. Filipa de Lencastre, em Lisboa, a Eça de Queirós, na Póvoa de Varzim e a Escola Artística António Arroio, também em Lisboa.
Olhando apenas para as 30 públicas com melhores resultados médios nos exames, a maioria situa-se no norte.
Por oposição, no final da tabela geral, com as médias nacionais mais baixas, surgem nove escolas públicas e uma privada, todas situadas na área metropolitana de Lisboa e todas com médias nacionais negativas.
Estas são habitualmente escolas que recebem mais alunos de famílias carenciadas, uma condição que continua a ditar o insucesso escolar: Os dados do Ministério da Educação mostram que os alunos sem Apoio Social Escolar (ASE) tiveram melhores notas a todas as disciplinas quando comparados com os colegas beneficiários de ASE.
A Escola Secundária da Baixa da Banheira, em Vale da Amoreira, na Moita, surge este ano no fim da tabela e os dados do Infoescolas revelam que a taxa de alunos que chumba ou abandona a escola é mais do dobro da média nacional.
Os dados disponibilizados pela tutela permitem ainda perceber que as raparigas continuam a ter melhores desempenhos do que os rapazes.