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A luta pela água em Viseu no século XIX

O autor e coordenador do livro “O abastecimento de água a Viseu em finais do século XIX", José Manuel Brandão, explica como surgiu o projeto, os desafios enfrentados e a importância do contexto social e político na concretização deste estudo. Descubra como quatro autores dão vida a um livro que aborda as questões sanitárias e o impacto da imprensa na evolução das infraestruturas da cidade de Viseu

Carolina Vicente
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 A luta pela água em Viseu no século XIX
01.02.25
fotografia: Jornal do Centro
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 A luta pela água em Viseu no século XIX
01.02.25
Fotografia: Jornal do Centro
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 A luta pela água em Viseu no século XIX

Que livro é este?

O livro acaba por ser a continuação de um estudo do trabalho do cavalheiro que falávamos, Nery Delgado. Eu interesso-me muito, particularmente, pela história da ciência e este homem teve, efetivamente, um papel fundamental no conhecimento geológico do terreno do nosso país e, sobretudo, em trabalhos aplicados.

Que dificuldades encontraram na construção deste projeto?

Nós já tínhamos estudado algumas contribuições de Nery Delgado para o projeto de Elvas, que é a sua cidade natal, onde fez uma grande revolução em termos do abastecimento de água. Tínhamos estudado a contribuição  dele para a cidade da Figueira da Foz e, pontualmente, para a Covilhã. O projeto de Viseu surge como a continuação e aprofundamento disso. Só que este projeto foi muito mais desafiante porque as questões sanitárias e as questões do ativismo político impuseram-nos sobre a nossa perspetiva mais técnica. Isto constitui, talvez, a parte mais desafiante e mais interessante do trabalho.

Como é que quatro pessoas escrevem um livro?

A Vera [Vera Magalhães] trabalhou muito as questões sociais, o Luís [Luís Simões] e o Pedro [Pedro Callapez] trabalharam também no projeto. O trabalho foi feito a oito mãos, mas com a ideia que ficassem só duas. Depois amassámos o contributo de cada um para ficar algo uniforme.

Há algum capítulo que destaque particularmente?

Mais do que as questões técnicas, acabaram por ser desafio as questões de ambiência, do contexto social em que o projeto se vai desenvolvendo, do contexto de saúde pública. Esses dois capítulos são fundamentais, e depois as próprias questões políticas. Um município que vai ou começando, ou parando, mas tem sempre a imprensa a picar para não deixar morrer as coisas. Não conseguimos isso nos outros projetos que Delgado faz.

Os dois primeiros capítulos?

Os dois primeiros capítulos são fundamentais porque são o contexto do projeto, o contexto local e o contexto internacional, que são as questões de saúde pública. Depois há uma parte mais sem sabor, que é o desenvolvimento técnico, e depois o final, onde se confrontam câmaras e oposições que vão alternando.

 A luta pela água em Viseu no século XIX

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