09 Ago
Viseu

Ensino Superior

Projeto piloto com recurso à metodologia PBL apresenta resultados positivos

por Redação

06 de Julho de 2020, 12:33

Foto Arquivo Jornal do Centro

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O projeto piloto relativo ao desenvolvimento curricular dos cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP), na área das competências digitais, de acordo com a metodologia Problem Based Learning (PBL), apresentou de um modo geral resultados bastante satisfatórios com recurso a esta metodologia.

Este projeto está inserido no Eixo 4 (Especialização), do Programa INCoDe.2030,  envolveu sete cursos de cinco instituições (Instituto Politécnico do Cávado e do Ave, Instituto Politécnico de Bragança, Instituto Politécnico de Beja, Instituto Politécnico de Setúbal e Instituto Politécnico de Leiria) e compreendeu a sensibilização para os benefícios do ensino PBL, o apoio ao desenvolvimento curricular dos cursos de acordo com a metodologia referida, bem como a formação em PBL das equipas de docentes das instituições envolvidas.

“Estamos bastante satisfeitos com os resultados obtidos e procuramos diariamente, através do Programa INCoDe.2030, e não só, promover a formação, especialização e a capacitação de todos em tecnologias, aplicações digitais, novas metodologias na educação para aumentar sobretudo a empregabilidade e a criação de valor acrescentado na economia. É imprescindível pensarmos o presente e futuro do país com ferramentas e programas que deem às pessoas a possibilidade de serem mais competitivas”, refere Nuno Rodrigues, coordenador-Geral do Programa INCoDe.2030.

De um modo global, os diversos intervenientes (instituições, alunos e professores) mostraram-se satisfeitos com a experiência de ensino-aprendizagem em ambiente PBL, destacando diversos pontos fortes desta metodologia, como o caráter prático do ensino, a proximidade da formação dada às necessidades do mercado de trabalho e o desenvolvimento de competências transversais. De destacar ainda a maior motivação dos alunos para a aprendizagem alcançada com este tipo de metodologia. 

 As principais dificuldades apontadas prenderam-se, nomeadamente, com a reduzida preparação dos alunos para uma abordagem que requer autonomia e pesquisa independente, a carga de trabalho docente exigida e a complexidade de implementação de algumas vertentes do PBL.

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