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S. Pedro do Sul: Água na Escola Secundária e não há dinheiro para obras

por Redação

23 de março de 2018, 18:33

Foto Arquivo Jornal do Centro

Município continua a reclamar intervenção de três milhões de euros no estabelecimento

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A Câmara de S. Pedro do Sul exige ao Governo a requalificação e ampliação da Escola Secundária local que está a “meter água” e a necessitar de obras superiores a três milhões de euros.

O executivo, liderado por Vítor Figueiredo, reuniu com a secretária de Estado Adjunta e da Educação mas não houve decisões tomadas. O Governo queixa-se que não há dinheiro.

O município continua a reclamar a intervenção neste estabelecimento de ensino e também o valor das rendas por causa do edifício onde funciona a Escola EB 2,3. Este é um assunto que está na justiça e a Câmara diz que neste momento o valor das rendas já ascende a um milhão de euros em dívida.

O edifício foi comprado pela autarquia liderada pelo social-democrata António Carlos Figueiredo em finais do ano de 2011 por 300 mil euros ao Estado, com a promessa de que a Secundária da cidade seria requalificada pela Parque Escolar e todos os alunos do 5º ao 12º ano de escolaridade passariam a frequentar o espaço.

Entretanto, a obra acabou suspensa, na altura por causa dos cortes impostos pela “troika”. Com a chegada do presidente Vítor Figueiredo (PS) à liderança do executivo, foram realizadas diligências para que as rendas fossem pagas. Chegou, inclusive, a haver um entendimento. A autarquia exigiu inicialmente uma renda mensal de 10 mil euros, calculada de acordo com o valor das instalações, valor que caiu para metade na sequência da negociação feita e depois de o Ministério da Educação se ter comprometido a pagar as rendas dos anos em atraso, o que não chegou a acontecer.

Fonte da secretaria de Estado confirmou que este é ainda um assunto que está a ser resolvido e que poderá ter um desfecho a médio prazo, logo que sejam desbloqueadas verbas.

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