Soccer player in a black kit jumps mid-air to challenge the ball, with an opposing player in light blue behind and a crowded stadium in the background.
cd tondela 3 jan liga portugal
livro foto genérica
arrendar casa
Casas Bairro Municipal Viseu 5
janela casa edifício fundo ambiental

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
Line of motorcycles parked in front of a historic municipal building, with riders in white shirts standing beside them on a cobblestone plaza.
Tony-Carreirajpg
5
Home » Notícias » Colunistas » Clima mediático, vale mais tarde do que nunca e mudança de tarecos

Clima mediático, vale mais tarde do que nunca e mudança de tarecos

 Casas multigeracionais: uma solução contra a solidão
10.12.22
partilhar
 Clima mediático, vale mais tarde do que nunca e mudança de tarecos

1. A protecção civil emite cada vez mais alertas de perigo às populações que, depois, como é sua obrigação, são repicados pela comunicação social. O problema é que os talk-shows das televisões, sempre em défice de assunto, sempre à beira de um ataque de nervos, mal vêem um avisosito amarelo, mandam logo para as ruas repórteres a emboscarem transeuntes: “que acha desta vaga de calor?”, “que pensa deste vento?”, “que nos diz deste frio?”, “e esta poeira que nos chega do deserto?”
Este “clima mediático”, sempre a saltar de uma hipérbole para outra — uffff-está-tanto-calor-na Amareleja!, brrrr-está-tanto-frio-no-Sabugueiro! —, acaba por estragar tudo. Com tanto “vem-aí-o-lobo!” meteorológico, em que não acontece “lobo” nenhum, as pessoas deixam de ligar aos avisos.
Foi o que aconteceu esta semana com as inundações de Lisboa.

2. Como já foi aqui referido, o melhor e mais útil projecto para o centro histórico de Viseu realizado pelo malogrado António Almeida Henriques foi, sem sombra de dúvida, a recuperação da Casa das Bocas para servir de centro de saúde.
Dois milhões e meio de euros bem investidos, tudo devidamente protocolado com o ministério da saúde, obra de um interesse público mais do que óbvio. E urgente. Do lado do município, tudo bem. Do lado do governo, foi o que se viu: o excelentíssimo ministério da saúde precisou de um ano para conseguir lá colocar meia dúzia de funcionários administrativos.
Finalmente, esta semana foi inaugurada a Unidade de Saúde Familiar São Teotónio naquela bela e renovada casa do século XVII.
“Malhei” aqui várias vezes no governo por causa deste atraso absurdo. Fecha-se o assunto com um “vale mais tarde do que nunca.”

3. No início deste mês, houve duas más notícias para a cultura em Viseu: a Companhia Paulo Ribeiro mudou-se para Cascais e os Jardins Efémeros estão em risco de perder o apoio do Ministério da Cultura.
A primeira não surpreende ninguém, era sabido que aquele coreógrafo queria mudar de casa. No início deste ano, foi anunciada a mudança dos tarecos daquela companhia de dança para o Convento de S. Francisco, em Coimbra. Afinal, soube-se agora, a camioneta andou mais uns quilómetros para sul e acabou por os descarregar em Cascais.
A segunda notícia é inesperada e muito preocupante. Os Jardins Efémeros não podem acabar. Viseu não pode deixar que eles acabem.

 Casas multigeracionais: uma solução contra a solidão

Jornal do Centro

pub
  • Clube Auchan. Registe-se e comece a poupar
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu
 Casas multigeracionais: uma solução contra a solidão

Colunistas

Procurar