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A história de três irmãs com vidas diferentes em preparação no Teatro Viriato

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 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid
23.06.22
fotografia: Jornal do Centro
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 Piranha leva caso de sucesso de Viseu ao palco internacional de Madrid
23.06.22
Fotografia: Jornal do Centro
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 A história de três irmãs com vidas diferentes em preparação no Teatro Viriato

Três jovens artistas, entre elas uma natural de Viseu, estão em residência artística esta semana no Teatro Viriato, em Viseu, com o projeto “Fase Latente”. A peça, que estreou em maio em Almada, está agora a ser repensada em Viseu, antes de ser apresentada em Coimbra.

Uma criação de Ana Arinto, natural de Viseu, e Ana Rita Ferreira, de Almada, que sobem a palco com Patrícia Fonseca, “Fase Latente” apresenta três histórias, todas elas de mulheres que têm perspetivas diferentes de vida.

Ana Arinto diz ao Jornal do Centro que a residência está a ser aproveitada para “repensar algumas coisas do projeto, que, como todos os outros, devia ter a oportunidade de ter um novo olhar e uma nova perspetiva e fazer uma apresentação pública a algumas pessoas de referência que vieram ver”.

“Estamos a questionar novas questões no projeto, de forma a ele poder avançar no sentido positivo, sempre em frente, e melhorarmos nalgumas coisas que possam estar menos trabalhadas ou pensadas”, afirma.

A peça vai ser apresentada neste sábado (25 de junho) no Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra. Ana Arinto explica que este espetáculo retrata “três histórias diferentes de três mulheres que são irmãs, mas que têm expetativas e interesses diferentes sobre a sua vida”.

“Elas também têm ambições distintas em relação ao futuro e mesmo em relação às sensações que têm do seu organismo e o que pensam acerca da mulher na sociedade. O nosso interesse era, acima de qualquer mensagem universal que podíamos tentar passar, que estas três verdades diferentes se pudessem confrontar umas com as outras e como se conseguem dialogar entre si quando são tão diferentes e quando estão num meio tão íntimo como o contexto familiar”, explica.

O espetáculo foi inspirado em testemunhos e textos de filósofas e feministas de várias épocas, como Virginie Despentes, Maya Angelou e Chimamanda Ngozi Adichie, e também tendo como base obras cinematográficas de Ingmar Bergman e de Woody Allen e obras dramáticas de Anton Tchékhov, entre outros autores.

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