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Gabriel Ferrandini, o baterista dos volumes altos e do espírito livre

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 Gabriel Ferrandini, o baterista dos volumes altos e do espírito livre

Desta vez, Gabriel Ferrandini vai desviar-se do jazz e experimentar novos ritmos, como se de um improviso se tratasse. E, de repente, pulsações atrás de pulsações imprecisas sempre a traçar um padrão intencional. Chegamos a abstrair-nos na própria abstração de cada ritmo que dali sai, quase que entalados. Ao olhar de relance, vemos um espírito livre que se debate com as baquetas que lhes preenche as mãos. Sentimos-lhe a sincronização perfeitamente aleatória.

Hair of the Dog. É este o nome do novo álbum a solo do baterista Gabriel Ferrandini, a estrear a 12 de junho, no Teatro Viriato em Viseu. Em palco, apenas a bateria, muito volume e um objeto do artista plástico, Vasco Futscher.

“Isto sou eu a afastar-me do jazz e é uma linguagem nova que tenho estado a desenvolver”, começa por dizer Gabriel Ferrandini, quando lhe perguntamos que novo disco é este. À bateria juntou-lhe um amplificador “que, normalmente são utilizados em guitarras elétricas e baixos” para chegar a um disco que reúne cinco anos de trabalho “e é uma coisa diferente”.

E, por isso, “vai ser sempre um concerto, mas vai aproximar-se mais da instalação sonora ou da performance” até porque “também vamos ter um objeto em palco” de Vasco Futscher. “É a primeira vez que trabalho com este escultor. É tudo muito novo e é muita responsabilidade nas minhas mãos”, admite o baterista.

Falamos de um disco que conta com a produção de Miguel Abras e da participação de Pedro Tavares em “um ou dois momentos que são mesmo de eletrónica que ele tirou sons meus da bateria, mas depois que manipula eletronicamente”, acrescenta.

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