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Jardins Efémeros em risco por falta de financiamento estatal

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fotografia: Jornal do Centro
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Fotografia: Jornal do Centro
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 Jardins Efémeros em risco por falta de financiamento estatal

As próximas edições do festival Jardins Efémeros, de Viseu, podem não acontecer e a galeria Venha a nós a boa morte (VNBM) – Arte contemporânea, pode vir a encerrar portas. Em causa, a falta de financiamento por parte da Direção-Geral das Artes (DGArtes) à Associação Pausa Possível, que organiza o evento e gere a galeria localizada no centro histórico da cidade.

A estrutura cultural é financiada pelo Estado desde 2017. Nos últimos anos tem recebido 120 mil euros anuais da DGArtes para desenvolver as suas atividades. O município financia a associação com 95 mil euros, um montante atribuído pelo programa Eixo Cultura Viseu.

Em conferência de imprensa, esta segunda-feira (21 de novembro), Sandra Oliveira, presidente da Pausa Possível e diretora artística dos Jardins Efémeros, admitiu que o seu projeto artístico pode chegar ao fim por falta de ajuda estatal.

“A estrutura cultural Pausa Possível, comunica que a sua atividade para o biénio 2023/2024 -Jardins Efémeros e Venha a nós a boa morte – Arte contemporânea –, candidata aos apoios Sustentados da DGArtes encerrará, em Viseu, se não houver inversão da resolução dos resultados provisórios dos apoios sustentados à Direção Geral das Artes já apresentados”, declarou.

Os resultados das candidaturas bienais foram conhecidos recentemente. Dos 53 projetos candidatados, apenas 13 receberam financiamento. O projeto da Pausa Possível ficou na 23ª posição, foi aprovado, mas não receber qualquer financiamento.

Sandra Oliveira não se conforma com a decisão do júri da DGArtes, que pela primeira vez definiu “nos seus concursos que a classificação atribuída no parâmetro processos de gestão dependiam da existência ou não de apoio financeiro e interesse estratégico por parte dos municípios”.

“Submetido o documento que, alegadamente, prova à DGArtes esta relação de mais de uma década, exarado pelo Município de Viseu, a DGArtes não reconhece que a carta anexada na candidatura pelo Município, era suficientemente clara para que lhe fosse atribuída uma classificação adequada”, disse, salientando que a tutela destaca pela positiva o interesse cultural dos Jardins e do Venha a nós a boa morte.

“Esta decisão provisória, a qual consideramos injusta e pouco adequada, mas esperança que seja reversível, para evitar que se ponha em causa dois projetos fundamentais para a zona centro – Jardins Efémeros e VNBM, caso contrário, este facto impedirá que este estruturante apoio financeiro governamental seja atribuído a Viseu”, afirmou aos jornalistas.

“Não achamos que seja justo que uma entidade possa ser penalizada por uma interpretação de um documento”, argumentou.

A Pausa Possível já contestou a classificação obtida, tendo enviado em sede de audiência prévia um novo documento a comprovar o apoio da Câmara Municipal.

A associação escreveu também ao ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva e ao diretor-geral das Artes, Américo Rodrigues, uma carta onde evidencia “os impactos negativos, sociais, artísticos e turísticos para a região de Viseu, da possível extinção em Viseu do trabalho desta entidade”.

Em conferência de imprensa, Sandra Oliveira criticou a tutela por ter aumentado os apoios financeiros aos projetos quadrienais, deixando de fora do reforço quem se candidatou aos apoios bienais. A responsável pediu ainda ao ministério para aumentar das dotações financeiras dos dois programas.

A próxima edição dos Jardins Efémeros já tinha datas definidas. O festival multidisciplinar de artes decorreria de 7 a 15 de julho de 2023. Parte do programa até já estava “apalavrado” com as entidades e artistas envolvidos.

Sandra Oliveira confessou aos jornalistas que a não realização do evento vai ter um “impacto muito negativo” para todos aqueles que participariam nos Jardins.

Já Leonor Barata, vereadora da Câmara de Viseu, disse que o município “ficou muito surpreendido” com a penalização do júri da DGArtes, e garantiu que o documento realizado pela autarquia é claro no que diz respeito ao apoio dado à Pausa Possível para os próximos quatro anos.

“Da parte do município estamos solidários com esta situação, reiteramos o nosso parecer e interesse que esta parceria [Câmara e DGArtes] se estabeleça até 2025. Os Jardins são um evento importantíssimo para o território”, acrescentou.

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