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Assembleia Municipal de Lisboa expressa pesar pela morte de Jorge Coelho

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Fotografia: Jornal do Centro
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 Assembleia Municipal de Lisboa expressa pesar pela morte de Jorge Coelho

A Assembleia Municipal de Lisboa (AML) aprovou esta terça-feira (13 de abril), por unanimidade, um voto de pesar e cumpriu um minuto de silêncio pela morte do antigo dirigente e ministro socialista Jorge Coelho.

Jorge Coelho, que se dedicava à atividade empresarial e estava há vários anos afastado da vida política ativa, faleceu na passada quarta-feira (7 de abril), aos 66 anos, na Figueira da Foz, vítima de ataque cardíaco fulminante.

No documento, apreciado na sessão sessão plenária da AML, é referido que o antigo ministro, um “histórico socialista e notável amigo da democracia, soube de forma singular traduzir na sua atuação a proximidade ao cidadão comum, cujos anseios e emoções sabia interpretar como poucos governantes o conseguiram”.

“Deixa-nos um legado político de diversidade e de dedicação inigualáveis, ficando para sempre como o homem do coração socialista e como alguém que soube de forma exemplar materializar o espírito e a alma do socialismo”, lê-se no voto de pesar apresentado pelo grupo municipal do PS.

Jorge Coelho foi ministro de três pastas nos governos de António Guterres: ministro Adjunto, ministro da Administração Interna, ministro da Presidência e do Equipamento Social.

A partir de 1992, com Guterres na liderança do PS, Jorge Coelho foi secretário nacional para a organização, contribuindo para a vitória eleitoral dos socialistas nas legislativas outubro de 1995.

“A 4 de março de 2001, voltaria a deixar a sua assinatura na cultura política e democrática portuguesa, ao assumir, demitindo-se, a responsabilidade política plena pela queda da ponte de Entre-os-Rios”, é ainda realçado no voto.

Na sessão plenária, foi também aprovado, por unanimidade, um voto de pesar pela morte de Almeida Henriques, que presidia à Câmara de Viseu.

“Da sua experiência e da sua vivência cívica deixou uma infinidade de amizades e elogios de todo o espetro político, onde era considerado como um cavalheiro de sorriso fácil e com capacidade de fazer pontes e obter consensos”, lê-se no documento apresentado pelo PSD.

O presidente da Câmara de Viseu morreu a 4 de abril, aos 59 anos, vítima de complicações respiratórias decorrentes da Covid-19.

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