obras-768x426
santa_comba_dao_1_varanda_com_estoria-min
hospital de viseu entrada 06 2025
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
arrendar casa
Casas Bairro Municipal Viseu 5

No coração verde do concelho de Viseu, Côta é uma aldeia onde…

16.02.26

Nasceu, em Cinfães, a Quinta da Maria, um projeto turístico com alma…

12.12.25

No coração do Parque Natural da Serra de Aire e Candeeiros, há…

21.08.25
jose-damiao-tarouca-232
ps campanha
camapnha10
People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
Home » Notícias » Diário » Buzinão pela reabertura da urgência pediátrica em Viseu junta cerca 50 veículos

Buzinão pela reabertura da urgência pediátrica em Viseu junta cerca 50 veículos

Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
pub
21.06.24
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
21.06.24
Fotografia: Jornal do Centro
Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
pub

Cerca de 50 veículos “vestidos a rigor” percorreram hoje 11 quilómetros em Viseu, debaixo de um buzinão com bandeiras e tarjas a exigirem “urgências já”, numa iniciativa de um movimento cívico que luta pela reabertura das urgências pediátricas.

“Felizmente ainda não precisei, mas vivo com o medo constante de ter de precisar, porque o meu filho tem dois anos e está naquela fase da descoberta e corre tudo e é muito irrequieto. O meu medo é que ele se magoe”, desabafou Catarina Domingos.

Esta mãe admitiu que se juntou ao buzinão “motivada pelo Afonso”, o filho, “e também pelos sobrinhos”, cuja regra agora imposta na família é “a partir do final da tarde já não há correrias, nem brincadeiras, porque o medo é muito”.

“É muito grave não haver urgências em Viseu, ainda por cima sendo um hospital central”, acrescentou Catarina Domingos que disse ter tido conhecimento da iniciativa por uma amiga.

Uma opinião partilhada por José Bento, pai e avô de crianças, que disse “não compreender” a cidade em que vive, “porque Viseu não é uma pequena localidade nem é um centro de saúde, mas sim de um hospital enorme”.

“Isto até é uma causa desnecessária, porque como é que se fecham urgências? Se para adultos já é mau, quanto mais para as crianças! Isto é injustificável nos tempos em que vivemos e ninguém merece isto. Se é para isto que agente trabalha e vive, acho que cada vez vale menos vivermos”, desabafou.

José Bento admitiu ainda que “já não se consegue viver da mesma forma, porque não se consegue descansar”, apesar de reconhecer que “a preocupação com crianças é constante, mas agora é maior”.

“Tenho um espaço grande em casa e agora a minha filha já não vem brincar cá para fora, precisamente porque se acontece alguma coisa como é que é? Para onde é que vou? Ficamos a pensar nisso e acabamos por estarmos todos mais limitados, inclusive as crianças” nas brincadeiras, contou.

Organizado por o movimento cívico, intitulado Unidos Pelas Crianças, o buzinão percorreu parte da circunvalação que rodeia o centro de Viseu, e deu a volta à Praça da República, vulgo Rossio, onde acabou por chamar mais atenção a quem passeava.

“Eu não sabia desta iniciativa se não ter-me-ia juntado, porque não se compreende este encerramento, portanto, é bom que quem manda nos ouça e é bom que lutemos pelos nossos direitos”, disse à agência Lusa o casal Simone e Fernando.

Com a filha criança entre eles, o pai reconheceu que “felizmente ela não é muito de adoecer e são raras as vezes” que se dirigem à urgência pediátrica, “mas se for preciso…”. “Nem quero pensar”, acrescentou a mãe.

Ao longo de 11 quilómetros, em pouco mais de meia hora, cerca de 50 veículos, fizeram-se ouvir na cidade e provocaram “buzinas de apoio” a quem circulava em sentido contrário e na mente destes pais já está outra iniciativa.

“Temos vindo para a rua todas as semanas, desde o dia 01 de junho. Temos mostrado o nosso desagrado e não nos vamos calar nem baixar os braços, porque não podemos, são as nossas crianças”, reconheceu Helena Fonseca.

Assim, no dia 29 de junho, o movimento vai estar no Parque Aquilino Ribeiro, comummente chamado de parque da cidade, junto ao Rossio, a marcar presença nas atividades que ali decorrem durante os meses de verão.

pub

Outras notícias

pub
  • Janelas 4Life. Qualidade, inovação e sustentabilidade
  • Habifactus - Viseu cresce e nós crescemos consigo. A sua imobiliária de confiança há 23 anos.
  • ReMax Dinâmica, a agencia numero 1 no Distrito de Viseu

Notícias relacionadas

Procurar