Museum display: orange racing suits on the left, a video of a helmeted driver in a car on the screen, and a yellow race car in the foreground.
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Athletes stand on a podium: first place in center with green pants and white shirt, holding a certificate and wearing gold medal, flanked by second and third place winners on red/blue outfits; backdrop reads WMAC DAEGU 2026 with flags and sponsor logos.
Modern single-story house exterior at dusk with large glass sliding doors showing warmly lit living and dining areas outside landscaped yard.
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People wearing over-ear headphones at an outdoor listening event, with a large headset prop in the foreground.
Group of pageant contestants in evening gowns/swimwear with sashes standing on a brightly lit stage, audience seated in foreground.
Six young dancers pose with medals and a large trophy in front of a dance competition backdrop, Portugal flag visible behind them.
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Duas centenas marcharam em Viseu pela igualdade

Aerial view of a sandy beach with large stone letters forming a message, promoting recycling; below, the slogan 'Começa por reciclar as desculpas' and a call to action with a URL.
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10.10.21
fotografia: Jornal do Centro
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10.10.21
Fotografia: Jornal do Centro
Poster publicitário em português com a frase central 'Vai tudo para o mesmo lixo' e o slogan 'Começa por reciclar as desculpas'. campanha ambiental sobre reciclagem e responsabilidade.
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Viseu recebeu na tarde deste domingo (10 de outubro) a 4ª marcha pelos direitos LGBTQIA+. Na iniciativa, que teve como lema “o orgulho existe, resiste e sai à rua”, estiveram cerca de duas centenas de participantes.

A marcha começou no Jardim Sensorial de Santo António, junto à Escola Emídio Navarro, e passou pela rua direita, parque Aquilino Ribeiro e Rossio, onde terminou.

Melanie Mendes, da plataforma Já Marchavas, que organizou a iniciativa, lembrou que ações como esta ainda continuam a ser necessárias. “Com estas lutas, que são pequenas mas que no fundo são grandes, aos poucos, vamos conseguindo o espaço que ainda nos falta. Há ainda muita coisa para conquistar que ainda não conseguimos. Continuam a existir ataques a pessoas da comunidade. Ainda há sítios onde ser LGBTI é crime”, destacou.

Antes do arranque da marcha, houve tempo para várias intervenções por parte de diferentes associações, organizações e representantes de partidos políticos. Entre os intervenientes estava Eulália Almeida, da Associação de Mães e Pais pela Liberdade de Orientação Sexual (AMPLOS), que destacou que continua a ser preciso “lutar por uma sociedade mais justa e opormono-nos a toda a descriminação pela orientação sexual e identidade de género”.

Eulália Almeida lembrou que também ela foi uma mãe que “teve de ir buscar coragem e está hoje como ativista. Mãe de um filho que precisou que a sua mãe mudasse. Hoje estou aqui também em representação dele”, destacou.

Na iniciativa esteve também a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade, Rosa Monteiro, que lembrou que estas marchas “são uma afirmação política do direito a ser pessoa, na sua integralidade, sem barreiras, sem perseguição e sem descriminação”.

“Há muitos jovens, pessoas de todas as idades, que enfrentam barreiras muito significativas para assumirem a sua orientação sexual, a sua identidade de género e é por isso que marchamos”, sublinhou Rosa Monteiro.

A secretária de Estado, natural de Viseu, disse ainda que estas marchas por todo o país “são o sintoma positivo de que estamos a expandir e a criar um Portugal mais igual e a reduzir as assimetrias regionais que existem”.

“Não queremos ter pessoas que estejam segregadas neste país e que para serem livres tenham de viver apenas nos grandes centros. A vitalidade e diversidade destes movimentos, em todas as regiões e distritos do país, com movimentos de base local, associações e coletivos, é muito importante”.

A escolha do dia 10 de outubro para a realização da marcha não foi por acaso, já que amanhã se assinala o “The Coming Out Day”.

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