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21 de 06 de 2024, 18:23

Diário

Governo reabilita escolas para valorizar o papel dos professores, mas ainda há quem espere dotação

Assegurado com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o investimento em 23 escolas ronda os 125 milhões de euros

Fotógrafo: Facebook/Agrupamento de Escolas de Castro Daire

O ministro-adjunto e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, disse que o investimento na reabilitação das escolas do país é um contributo para valorizar o trabalho dos professores.
“É preciso tornar atrativa a função do professor”, defendeu Manuel Castro Almeida, em Coimbra, ao reconhecer que atualmente a profissão não é apelativa, uma situação que o Governo pretender inverter.

Na sua opinião, “ter uma escola moderna e funcional ajuda muito” a valorizar o exercício da docência.
Manuel Castro Almeida intervinha no auditório da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), numa cerimónia de assinatura dos contratos para a requalificação de escolas em 23 municípios da região.

Assegurado com verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), o investimento total ronda os 125 milhões de euros, implicando em cada caso custos que oscilam entre 1,6 milhões e quase 10 milhões de euros.

Intervenções em algumas das escolas de uma lista que contem mais de 450 estabelecimentos do país e que já têm a candidatura aprovada, mas ainda sem dotação.
Uma situação que deixou alguns autarcas da região de Viseu surpreendidos e que vão questionar o governo para saber os critérios que estão na base da assinatura dos contratos, já que há escolas que estão cujas intervenções foram consideradas prioritárias e ainda estão sem verba.
As 23 escolas abrangidas pelos contratos assinados pertencem a Alvaiázere, Anadia, Arganil, Carregal do Sal, Castro Daire, Coimbra, Figueira da Foz, Ílhavo, Lousã, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Oliveira do Bairro, Pombal, Porto de Mós, Sátão, Seia, Tábua, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.