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Os problemas demográficos no Douro e a sua conservação enquanto Património Mundial

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 Antigo diretor da psiquiatria em Viseu Fidalgo Freitas morreu aos 78 anos
13.01.24
fotografia: Jornal do Centro
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13.01.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Os problemas demográficos no Douro e a sua conservação enquanto Património Mundial

“Quando se prepara um novo ciclo de governação, relevar os ensinamentos do passado é essencial para pensar e projetar o futuro do Douro.” É deste modo que António Fontaínhas Fernandes, presidente da Liga dos Amigos do Douro Património Mundial (LADPM) encara não apenas as eleições de 10 de março, como também o papel dos deputados do distrito de Viseu que a partir desse dia tenham assento na Assembleia da República. Esta preparação deve ter como objetivo “garantir um processo efetivo de convergência até 2030, num contexto de acelerada transformação digital e ecológica da sociedade e da economia”.

Para António Fontaínhas Fernandes, atualmente a região do Douro encontra-se no “radar” a nível internacional. O presidente da LADPM alerta, no entanto, que “baseado nas tendências atuais e nos problemas com que a região se depara, é essencial formular respostas para os seus desafios”. Além disso, considera que o futuro do Douro “passa também pela preservação e conservação como Património Mundial, articulando com as necessidades de modernização, de crescimento e de desenvolvimento sustentável, em que os legítimos interesses públicos e privados possam articular soluções de forma aberta pela comunidade”.

“A demografia é outro dos principais desafios, a exemplo de outras regiões, atendendo à diminuição e envelhecimento da população, o que apela a políticas nacionais articuladas com dinâmicas regionais e a recente Agências de Migrações”, continuou a explicar António Fontaínhas Fernandes. “Deve ser perspetivado investimento público para capacitar uma rede policêntrica de centros urbanos no Douro conectados do ponto de vista digital”, afirmou. Para o presidente da Liga dos Amigos do Douro Património Mundial, a mudança do Douro passa pela complexificação da economia regional “transitando para um modelo baseado na produção de bens e serviços de maior valor acrescentado”, disse António Fontainhas Fernandes. “Assente numa diversificada carteira de novas atividades económicas, mantendo o vinho e o turismo com foco, a par de uma trajetória de qualificação e de inovação”.

(Ler mais na edição impressa desta sexta-feira, 29 de dezembro, do Jornal do Centro)

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