28 Set
Viseu

Desporto

Pako Ayestarán quer melhorar o Tondela "como clube e equipa"

por Redação

11 de Agosto de 2020, 14:47

Foto Arquivo Jornal do Centro

O novo treinador do Tondela diz que é experiente e apaixonado pelo futebol

CLIPS ÁUDIO

O espanhol Pako Ayestarán já deu as suas primeiras declarações como novo treinador do Tondela. O técnico basco vai ser apresentado esta terça-feira (11 de agosto) aos jornalistas.

Nas primeiras palavras às plataformas oficiais do clube beirão, o treinador, que sucede ao também espanhol Natxo González no comando técnico, garante que o seu principal objetivo passa por “procurar melhorar o Tondela como clube e como equipa”.

“Estou muito encantado em estar aqui. As condições são suficientes e, agora, temos de procurar trabalhar de acordo com as circunstâncias, para que o clube e a cidade fiquem contentes e se identifiquem com o que veem no treino e no jogo”, diz.

Para Pako, o Tondela tem de “melhorar a posição das épocas anteriores”. “É nisso que nos vamos concentrar”, frisa. O novo técnico carateriza-se como “um treinador que anda há muitos anos no futebol, que o apaixona”.

Sobre o novo desafio do Tondela, o antigo adjunto do Liverpool e do Valência e ex-elemento da equipa técnica do Benfica fala de “um repto que vamos procurar responder”. “Sempre tenho responsabilidade e a minha responsabilidade é responder às expetativas e, sobretudo, responder com profissionalismo à atual profissão, que é o futebol. Não preciso de nada ao meu redor para ter mais responsabilidade. Eu tenho-a, muito cá dentro”, afirma.

“Estou com muita vontade de trabalhar e de dar o meu melhor como treinador e pessoa. Espero responder às expetativas de qualquer aficionado: ver a sua equipa até à última gota de sangue dentro de campo”, acrescenta.

Sobre a Primeira Liga, onde o Tondela vai continuar a disputar, Pako Ayestarán fala de “uma competição dura” num país que tanto acarinha. “É uma liga em que há muita diferença entre os clubes. Quiçá, provavelmente, é uma das ligas onde as diferenças são maiores e há mais diversidade ao nível dos clubes, mas no final há-que adaptar-se e temos de responder à situação em que vivemos”, refere.

“Creio que os clubes têm futebol de formação para poder incorporar jogadores ao plantel principal e creio que, na medida em que eles têm nível, é importante porque estes jogadores transmitem identidade à equipa e creio que os jogadores que ficam no clube de base são muito importantes”, conclui.

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