28 Set
Viseu

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Presidente escreve carta nos 40 anos de história do IPV

por Redação

11 de Agosto de 2020, 17:49

Foto Arquivo Jornal do Centro

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O presidente do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), João Monney Paiva, escreveu uma carta aberta considerando que “faz sentido estudar e trabalhar” nesta instituição de ensino superior, que comemora este ano o 40.º aniversário de atividade.

Numa altura em que decorre a primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, onde o IPV tem 1.307 vagas disponíveis, Monney Paiva enfatizou a importância do Instituto Politécnico para a região.

“Se o Politécnico não conseguir ser relevante para a sua região, não vale a pena pensar que o pode ser para o país ou para o mundo”, escreveu o responsável, acrescentando que a região de Viseu “necessita de colaboração com a sua envolvente económica e essa é a que o Politécnico está apostado em desenvolver”.

Monney Paiva frisa ainda que o IPV “é a única instituição de ensino superior, pública, nesta região” e que tem “um papel insubstituível”.

“Um papel com muitas valências, sendo uma delas, a mais importante, a da formação. Inclusiva. A formação que o Politécnico de Viseu tem proporcionado, e que quer continuamente aperfeiçoar, tem de estar ligada à pulsação da região em que se insere, à pulsação da sua população. O Politécnico de Viseu permite que aprenda mais, quem quer aprende mais. Quem quer saber mais do que o que já sabe. Qualquer que seja a sua idade ou condição”, referiu o presidente da instituição.

Segundo Monney Paiva, o IPV quer que “cada estudante aqui consiga os melhores resultados académicos, que lhe possibilite os melhores resultados profissionais e pessoais, por força e mérito da qualidade dos conhecimentos que aqui adquiriu, da autonomia que aqui desenvolveu, das capacidades que aqui lhe foram reconhecidas e aqui floresceram”.

Na carta aberta, o presidente do IPV refere que 60 por cento das empresas da região de Viseu contrata profissionais formados no instituto, “considerando que a sua formação é muito boa”.

“Fixamos 1.460 colaboradores e 5.700 estudantes, dinamizando a economia local em 45 milhões de euros. Potenciamos a atividade económica no valor de 2,64 euros por cada euro de financiamento público”, pode ler-se no documento.

O responsável diz ainda que contribui “para a criação de 2,24 empregos ao ano por cada posto de trabalho” do instituto.

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