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Viseu

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Treinador do Académico esperava mais da equipa

por Redação

05 de janeiro de 2020, 12:00

Foto Arquivo Jornal do Centro

Vencer em casa é desejo da equipa para 2020. Academistas jogam este domingo com o Nacional da Madeira

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É diante do Nacional da Madeira que os pupilos de Rui Borges têm a primeira oportunidade de concretizar o desejo do treinador do Académico de Viseu: ser forte em casa. No Fontelo, até esta altura, o Académico venceu apenas dois jogos, perdeu três e empatou um. Os resultados fora de portas são mais animadores. Três vitórias, duas derrotas e três empates.

A abrir o ano de 2020, os viseenses recebem este domingo (5 de janeiro), pelas 15h00, o conjunto insular, atual segundo classificado da Segunda Liga. Para o campeonato, esta temporada a equipa orientada por Luís Freire, perdeu apenas uma vez. Um ponto animador para o Académico: a derrota, por 1-0, foi fora de portas, no campo do Benfica B. As vitórias são nove. É, assim, a segunda equipa a vencer mais vezes. À frente, só o Farense com 11.

Mas este será um jogo valioso para a equipa da ilha. Em caso de vitória e de derrota do líder, o Nacional ultrapassa em um ponto e um lugar na tabela a equipa de Faro, passando a liderar a Segunda Liga.

Mais do que vencer, triunfar em casa é desejo para o próximo ano. Apesar de satisfeito com a prestação da equipa esta época, o técnico do Académico admite que “esperava um pouco mais”.

“Gosto que uma equipa, em casa, seja dominante, porque uma equipa que em casa seja bastante forte vai fazer um campeonato muito bom. Este ano não temos sido tão fortes e fora estamos a fazer um belíssimo campeonato. Sinceramente, esperava um pouco mais”, reconhece o treinador.

“Os meus jogadores não deixam de estar de parabéns, porque têm tido um compromisso fantástico”, garante Rui Borges, acreditando no resto de um campeonato tranquilo. O treinador rejeita falar em luta pela subida. “Deixamos isso para os outros”, atira.

Janota voltará à baliza?

Foi uma das figuras em destaque no último jogo. Depois de o lugar lhe ter sido ‘roubado’ pelo colega Ricardo Fernandes, Janota assumiu, e bem, o lugar em Mafra. Até o técnico adversário, Vasco Seabra, não teve receio de o eleger “o melhor em campo”.

Desafios grandes no novo ano

Em 2019 o Académico conseguiu aquilo que não atingia há 41 anos: os quartos de final da Taça de Portugal. Mas Rui Borges prefere que os seus jogadores se mantenham focados no campeonato, que é o principal objetivo.

“Até à Taça ainda temos mais dois jogos [Nacional e Varzim] difíceis. E é nisso que temos que estar focados, no campeonato. A Taça a seu tempo virá, teremos um jogo difícil, com o maior do respeito pelo adversário e quem sabe continuar um sonho”, conclui.

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