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“Tivemos de nos reinventar e adaptar a esta nova realidade”

por Redação

16 de janeiro de 2021, 08:30

Foto Arquivo Jornal do Centro

Reconhecido como IPSS, em 1997, o Centro Balmar, no concelho de Mortágua, presta apoio a mais de uma centena de pessoas. Tem disponíveis três respostas sociais. A assistente social, Milene Simões, fala do trabalho desenvolvido

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Como surgiu o Centro Balmar?
Surgiu pelo facto de um casal da freguesia de Marmeleira ser muito rico e não ter filhos e à sua morte doaram todos os seus bens a várias pessoas e instituições. E assim foi criado esta fundação para poder dar apoio a todas as pessoas da freguesia e do concelho. Começou por apoiar a infância, mas depois apostou nas valências de ERPI (lar de idosos), Apoio domiciliário e Centro de dia.

Como têm sido vividos estes meses de pandemia?
Trabalhamos para preservar o bem-estar de todos. Temos muito mais trabalho porque é feito de forma diferente e não tem sido fácil. Tivemos de nos reinventar e adaptar a esta nova realidade.

Qual a maior dificuldade sentida pela instituição?
No que diz respeito aos utentes é a falta de estar com a família. No geral da instituição, o mais difícil é conciliar as nossa tarefas e ao mesmo tempo lidar com as emoções dos nossos utentes e com as nossas próprias emoções. Tem de haver um grande espírito de equipa e solidariedade entre todos.

Que projetos têm para o futuro?
Nesta altura é difícil pensar e falar em projetos devido à pandemia. Neste momento o essencial é pensar em manter a nossa casa com a qualidade que tem e zelar sempre pelo bem-estar e pela qualidade de vida dos nossos utentes. Quando regressarmos à normalidade queremos disfrutar dessa normalidade e do quotidiano

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