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A vida que a Covid-19 interrompe, mas só fora de casa

por Redação

17 de março de 2020, 21:25

Foto Igor Ferreira

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Nunca a expressão viver dia-a-dia fez tanto sentido como agora. Estamos a meio do mês de março e fala-se em aceleração de contágio da Covid-19. Em finais de abril é esperado o pico desta pandemia. Estas são as certezas que há, como vai ser até lá não se sabe. Por isso “é viver dia-a-dia” com um “amigo invisível”, como confessava esta terça-feira um autarca da região de Viseu. Hoje tomam-se umas medidas preventivas, amanhã vão ser necessárias outras. E assim se faz o combate. Fecha-se, acode-se a quem precisa.

Os apelos continuam a ser os mesmos. As saídas de casa devem ser evitadas ao máximo. Nas ruas, agora todas as horas são quase iguais às dos silêncios noturnos. Pouco movimento e uma população mais envelhecida que quer aproveitar os raios de sol. 

Isto não vão ser dez dias. Vão ser meses. Mas a vida só está interrompida lá fora.

A 17 de março, a Covid-19 já tinha feito um morto, mas foi anunciada a recuperação de três doentes. Estavam confirmados 448 casos.

Desde dezembro a Covid-19 já infectou 197.745 pessoas e provocou 7.954 mortes em todo o mundo. Fora da China, os países com números mais elevados são a Itália, o Irão e a Espanha.

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