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Hottest, a marca sustentável de roupa que fez um Manifesto para mudar a sociedade

por Redação

29 de novembro de 2020, 08:00

Foto Arquivo Jornal do Centro

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O objetivo é defender e representar os direitos humanos através “da nossa arte”. Chama-se Hottest Clothing (@hottestclothing.co) e tem um novo projeto – Modern Manifesto – uma coleção de 20 peças únicas, unisexo e sustentáveis. Na verdade, desafiam-nos o olhar. Vemos casacos e sweatshirts aos retalhos de roupas usadas, guarda chuvas, tendas e tecido angolano. André Ferreira e Rita Sampaio, fundadores da marca e estudantes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (ESTGL), pretendem apelar à igualdade de género e “tornar a Hottest em algo muito maior do que apenas uma marca de casacos feitos com guarda chuvas”. 

É uma marca que vai buscar o material ao próprio público e, por isso, “o nosso principal objetivo é que eles se sintam também parte de algo”. Mas, não só. Querem mudar a sociedade e fizeram um Manifesto. “No photoshoot (sessão fotográfica) oficial da nova coleção, fizemos questão de dar ênfase aos nossos valores através de cartazes, de forma a incentivar o nosso público a juntar-se a nós na luta pelos direitos humanos e da sustentabilidade”, afirma um dos fundadores. 

A Hottest já está online (hottestclothing.pt/). Hoje (dia 29), lança a primeira coleção com as 20 peças disponíveis.   

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