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Viseu

Resende

Aprovado orçamento de 17 milhões de euros da Câmara de Resende para 2021

por Redação

30 de dezembro de 2020, 12:30

Foto Arquivo Jornal do Centro

CLIPS ÁUDIO

Foi aprovado, em Assembleia Municipal, o orçamento de 17 milhões de euros da Câmara de Resende para 2021.

“Adotamos princípios que servem de pedra basilar para a elaboração das decisões que implicam responsabilidades futuras, como são: a obrigatoriedade da estabilidade financeira; a perceção daquilo que poderá significar mais-valia económica e social; as ações que visam o bem-estar e a segurança da nossa população, como são exemplo a ampliação das redes de infraestruturas básicas de saneamento, água e eletricidade; a gestão dos resíduos; a proteção da floresta e defesa do ambiente; a manutenção e melhoria da rede viária; a gestão urbanística; o apoio à habitação, à área social, à saúde, à educação, à agricultura, à proteção civil e aos bombeiros”, referiu, na discussão do documento, o presidente da Câmara Municipal de Resende, Garcez Trindade.

A Câmara Municipal continuará alinhada com a estratégia do Portugal 2020 e a preparar o 2030, desenvolvendo as diversas candidaturas que se encontram já aprovadas e das quais se destacam: Aregos 2020, que inclui as intervenções no âmbito da PARU e do PAMUS, a reconversão do Balneário das Termas em Estância Termal do Douro e o arranjo da zona envolvente; variante à Vila de Resende; reconversão e adaptação do Seminário Menor de Resende em lar residencial e CAO para pessoas portadoras de deficiência, em parceria com a APPACDM – Viseu e a Diocese de Lamego; e para diversas candidaturas em curso.

Segundo o autarca, “dada a estabilidade financeira da autarquia, o orçamento contempla a baixa de impostos na área do Município. Ao nível do IMI foi aprovada a descida da taxa em 0,05 pontos percentuais (para 0,4%). Em termos de IRS, o Município vai continuar a abdicar da totalidade da participação a que tem direito, concedendo assim aos residentes no concelho uma redução de 5% na sua coleta de IRS”. No que diz respeito à derrama municipal, mantém-se a opção de beneficiar o conjunto das microempresas com volume de negócios até 150.000,00 euros, que constituem o grosso do tecido empresarial.

Para o executivo, são quatro os eixos estratégicos: educação e conhecimento (dinâmicas da comunidade educativa, capital humano e conhecimento); coesão social e territorial (capital social, qualificação humana, investimentos de proximidade, desporto e vida saudável); economia, empregabilidade, inovação e competitividade (valorização dos recursos produtivos endógenos – Turismo, Cultura e Termalismo – competitividade, inovação & empreendedorismo e empregabilidade); capacitação institucional (relacionamento com o cidadão e funcionamento dos serviços).

 

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