02 Jul
Viseu

Região

Centros de saúde defendem trabalho com autarquias na reabertura das extensões

por Redação

23 de Junho de 2020, 17:50

Foto Arquivo Jornal do Centro

ACES Dão Lafões garante que serviços suspensos com a pandemia não vão fechar portas

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O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Dão Lafões defende que a reabertura das extensões de saúde que continuam com atividade suspensa, devido à pandemia da Covid-19, exige um trabalho conjunto entre a saúde e o poder local.

A ideia foi defendida na reunião que juntou os responsáveis do Agrupamento e da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões. O presidente da CIM, Rogério Abrantes, disse ao Jornal do Centro que as extensões devem estar abertas ao mesmo tempo em todos os concelhos da região.

A diretora do ACES, Rita Figueiredo, afirma que a reunião constituiu-se como “uma boa plataforma de entendimento”.

“Deliberámos fazer uma avaliação do estado de situação atual das respostas de saúde e focar mais nas extensões e, depois, nas respostas para situações de doença aguda pelas várias unidades funcionais dos concelhos da CIM. Foi uma boa plataforma de entendimento. A reunião serviu para perceber que muitos dos problemas que existem terão de ser trabalhados de uma forma conjunta”, explica.

O ACES garante que os serviços de saúde com a atividade suspensa por força da Covid-19 não vão fechar portas. “Houve muitas que já abriram e outras que aguardam a efetivação dos contratos de assistentes operacionais para poderem abrir. Há ainda outras que estão a ser analisadas no contexto local”, refere a sua diretora.

Rita Figueiredo reitera que a entidade fez “um ajustamento dos serviços para poder dar resposta”, mas não esconde que a evolução da pandemia pode motivar outro tipo de decisões.

“Neste momento, nós temos de manter alguma prontidão porque ainda não sabemos da forma como se vai repercutir o aumento dos casos em Lisboa e Vale do Tejo e das consequências que isso poderá trazer para nós. A situação que estamos a avaliar tem um dinamismo muito grande, porque daqui a duas semanas pode haver alterações”, conclui.

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