25 Set
Viseu

Região

Coronavírus: mais sete casos e uma morte no distrito

por Redação

03 de Agosto de 2020, 17:35

Foto Igor Ferreira

CLIPS ÁUDIO

Há mais sete casos da Covid-19 no distrito de Viseu esta segunda-feira (3 de agosto). A região tem, agora, 722 infetados registados do novo coronavírus desde o início da pandemia. 

Viseu tem mais dois casos de covid-19, passando a ter 122 casos. Em Santa Comba Dão, Mortágua e Tondela, há um caso em cada, passando a acumular 12, 12 e 17 doentes, respetivamente.

Lamego tem, ainda, mais uma morte e um infetado, totalizando 49 casos. Neste concelho, há mais quatro novos recuperados e apenas um caso ativo, bem como 4.412 testes de despistagem feitos. Em Resende, há mais um curado e também um novo caso.

Os dados foram consultados às 17h35 desta segunda-feira pelo Jornal do Centro, junto de autarquias e autoridades de saúde e Proteção Civil.

Os concelhos com mais casos são Cinfães (130), Viseu (122), Castro Daire (116), Mangualde (78) e Resende (70). No distrito, há ainda registo de 40 mortos e 581 recuperados.

Os municípios que têm mais curados são Viseu (111), Castro Daire (110), Mangualde (68), Resende (63) e Cinfães (62).

Aguiar da Beira (que pertence à CIM Viseu Dão Lafões), Tarouca e São João da Pesqueira não têm casos registados.

 

Médicos do Centro lançam campanha de prevenção

A secção regional do Centro da Ordem dos Médicos lançou, no último fim de semana, uma campanha de prevenção da Covid-19 que estará presente em vários locais da região e também na Internet. A iniciativa vai prolongar-se enquanto a pandemia existir

Em declarações ao Jornal do Centro, o presidente da Ordem dos Médicos do Centro, Carlos Cortes, explica que a nova campanha irá dividir-se “na vertente de divulgação pública, utilizando as redes sociais e o e-mail, e também na presença no terreno, onde vão ser identificados vários locais da região que têm muito a ver com esta época do verão, onde há maior deslocação de pessoas e elas se juntam”.

Carlos Cortes admite que esta campanha “fosse a mais curta possível”, significando que o vírus já teria desaparecido.

“Mas pode haver outras fases, nomeadamente mais para o final do ano, onde se perspetiva mais uma vaga. Esta campanha também vai seguir a evolução do vírus e vai estar sempre presente”, sublinha o médico.

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