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“A economia não pode parar”. As reações às novas medidas a partir de 15 de setembro

por Redação

11 de setembro de 2020, 10:37

Foto Arquivo Jornal do Centro

As reações do comércio e da AHRESP de Viseu

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A partir do dia 15 de setembro, data em que o país entra em estado de contingência, os estabelecimentos comerciais passam a abrir às 10h00. Esta foi uma das medidas aprovadas pelo Conselho de Ministros no dia de ontem (10 de setembro).

Medidas que, na área do comércio, vão ao encontro das expectativas da Associação Comercial do distrito de Viseu, que defende que “a economia não pode parar”.

“Já estávamos à espera que o comércio fosse afetado por estas novas medidas, que vão de encontro àquelas que há seis meses já tínhamos tido. Conforme, na altura, nos adaptámos, agora também, com certeza, nos vamos adaptar. [Vamos] valorizar, acima de tudo, a saúde, esperando, e isso é que é importante, que as medidas não se agravem. Fechar é que nunca”, alerta o presidente da Associação, Gualter Mirandez.

Quanto à limitação de pessoas por mesa em restaurantes e cafés próximos de escolas, o representante em Viseu da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP) diz que a medida já era esperada. 

“São estabelecimentos propícios a que os jovens se juntem dentro deles ou até nas suas esplanadas. Há a necessidade de redobrar essa preocupação. De resto, é uma decorrência do que já era conhecido noutras zonas do país, em concreto em Lisboa e Vale do Tejo. Não são boas notícias, mas também não é nada a que os estabelecimentos já não estejam habituados a lidar”, diz Jorge Loureiro.

Outra preocupação têm sido os lares. O Governo anunciou, também, a criação de brigadas distritais de intervenção rápida para contenção e estabilização de surtos em lares de idosos. O objetivo é evitar um aumento exponencial de contágios com a gradual retoma da atividade.

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