12 mar
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Alunos de escola de Vila Nova de Paiva queixam-se do frio

por Redação

04 de janeiro de 2021, 16:03

Foto Arquivo Jornal do Centro

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Os alunos da Escola Básica Aquilino Ribeiro, em Vila Nova de Paiva, queixam-se do frio no interior do estabelecimento de ensino. As queixas surgem na altura em que arrancaram esta segunda-feira (4 de janeiro) as aulas do segundo período do ano letivo.

O diretor do Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva, João Adelino Santos, confirma que esta situação se deve a um atraso nas obras de substituição das condutas externas (aquecimento) que têm decorrido na Escola Básica Aquilino Ribeiro e também na Escola Secundária de Vila Nova de Paiva, “que seriam executadas até ao final de dezembro”.

“A obra prolongou-se pelos dias iniciais de janeiro e está a criar bastantes constrangimentos, uma vez que esta é uma zona muito fria. Alertámos os pais para que os alunos venham minimamente preparados para um clima mais frio nas salas de aula. Colocámos termoventiladores em quase todas as salas, com prioridade para os alunos do primeiro ciclo”, explica.

João Adelino Santos garante que a situação vai estar brevemente resolvida. Com a previsão de tempo frio nos próximos dias, a ventilação das salas de aula nas escolas por causa da Covid-19 torna-se um problema para alunos e professores.

Para o presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares e diretor do Agrupamento de Escolas Serpa Pinto em Cinfães, Manuel Pereira, a solução passa por vestir mais roupa.

“Nós usamos a regra do bom senso. Portanto, ter o aquecimento ligado e as janelas e portas abertas não faria muito sentido. Aos alunos foi pedido para trazerem um pouco mais roupa. Nós temos a bandeira das janelas das salas de aula e as portas abertas para haver alguma corrente de ar e assim evitar problemas maiores de contágio”, afirma.

Lembrando que há zonas do país onde é impossível ter aulas sem aquecimento, Manuel Pereira acrescenta que as escolas estão também a pedir aos alunos, professores e funcionários não-docentes para “usarem máscaras e desinfetarem constantemente as mãos”.

“Temos de fazer equilíbrio que tem a ver com o bom senso”, remata o diretor de Cinfães.

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