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Covid-19: Portugal com 61 mortes e 549 casos de infeção nas últimas 24 horas

por Redação

22 de fevereiro de 2021, 15:07

Foto Igor Ferreira

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Portugal registou esta segunda-feira (22 de fevereiro) 61 mortes relacionadas com a Covid-19 e 549 novos casos de infeção com o novo coronavírus, o número mais baixo desde 6 de outubro, segundo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

O boletim epidemiológico da DGS revela também que estão internados 3.322 doentes (mais seis do que no domingo, dia 21), dos quais 627 em cuidados intensivos, menos 11.

A 6 de outubro foram reportados 427 casos.

Os novos casos de infeção nas últimas 24 horas representam metade dos novos casos reportados no domingo. Por norma, as segundas-feiras registam valores mais baixos.

Já no que respeita ao número de mortos, desde 10 de novembro, dia em que morreram 62 pessoas com Covid-19, que Portugal não registava valores tão baixos.

Quanto aos internamentos o valor desta segunda-feira está próximo dos registados no dia 7 de janeiro, quando os dados indicavam 3.333 pessoas internadas com Covid-19.

Os dados divulgados indicam ainda que 2.187 pessoas foram dadas como recuperadas, fazendo subir para 701.409 o número total de recuperados desde o início da pandemia em Portugal, em março de 2020. Há 22 dias consecutivos que o número de recuperados supera o de novas infeções.

Os casos ativos em Portugal continuam a registar uma diminuição. Portugal tem 80.642 casos ativos, menos 1.699.

Desde março de 2020, Portugal já registou 16.023 mortes associadas à Covid-19 e 798.074 casos de infeção pelo coronavírus SARS-CoV-2.

As autoridades de saúde têm em vigilância 79.699 contactos, menos 6.702 relativamente ao dia anterior, mantendo-se a tendência decrescente desde o dia 30 de janeiro.

De acordo com os últimos dados da Direção-Geral da Saúde, Portugal tem atualmente 680.257 pessoas vacinadas: 432.414 com a primeira dose e 247.843 com a segunda dose.

Das 61 mortes registadas nas últimas 24 horas, 33 ocorreram em Lisboa e Vale do Tejo, 15 na região Centro, oito na região Norte, dois no Alentejo, duas na região do Algarve e uma na região Autónoma da Madeira.

Na região de Lisboa e Vale do Tejo foram notificadas mais 278 novas infeções, contabilizando-se até agora 301.520 casos e 6.663 mortes.

Segundo o boletim, a região de Lisboa e Vale do Tejo tem 50,6 por cento do total de casos registados nas últimas 24 horas e 54% do total de mortes.

A região Norte tem 107 novas infeções por SARS-CoV-2 e desde o início da pandemia já contabilizou 324.719 casos de infeção e 5.159 mortes.

Na região Centro, registaram-se mais 48 casos, acumulando-se 114.099 infeções e 2.859 mortos.

No Alentejo foram assinalados mais 33 casos, totalizando 28.174 infeções e 924 mortos desde o início da pandemia em Portugal.

A região do Algarve tem notificados 22 novos casos, somando 19.832 infeções e 330 mortos.

A Madeira registou 56 novos casos. Esta região autónoma contabiliza 6.008 infeções e 60 mortes devido à Covid-19.

A região Autónoma dos Açores registou cinco novos caso nas últimas 24 horas e notificados no total 3.722 casos de infeção e 28 mortos.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, situando-se entre os 20 e os 59 anos o registo de maior número de infeções.

O novo coronavírus já infetou em Portugal, pelo menos, 360.800 homens e 437.003 mulheres, referem os dados da DGS, segundo os quais há 271 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que estes dados não são fornecidos de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 8.370 eram homens e 7.653 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

Do total de 16.023 mortes, 10.644 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.351 com idades entre os 70 e os 79 anos e 1.407 tinham entre os 60 e os 69 anos.

A pandemia de Covid-19 provocou, pelo menos, 2.466.453 mortos no mundo, resultantes de mais de 111 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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