elza pais
Ato consignação demolição edf PT Viseu
medico
quartos apartamentos imobiliário viseu foto jc
arrendar casa
João Martins Casa com Casa

A Chocolataria Delícia está a fazer sucesso com o chocolate mais procurado…

02.04.25

A taróloga Micaela Souto Moura traz as previsões do Tarot, na semana…

01.04.25

Em Videmonte, a arte de fazer pão é mais do que uma…

28.03.25
joão azevedo
LEONEL_FERREIRA_Autarquicas_2025
josé antonio santos lamego ps
Home » Notícias » Diário » Politécnico de Viseu lidera projeto que quer prevenir práticas tradicionais nefastas

Politécnico de Viseu lidera projeto que quer prevenir práticas tradicionais nefastas

pub
 Politécnico de Viseu lidera projeto que quer prevenir práticas tradicionais nefastas - Jornal do Centro
20.06.24
fotografia: Jornal do Centro
partilhar
 Politécnico de Viseu lidera projeto que quer prevenir práticas tradicionais nefastas - Jornal do Centro
20.06.24
Fotografia: Jornal do Centro
pub
 Politécnico de Viseu lidera projeto que quer prevenir práticas tradicionais nefastas - Jornal do Centro

O Instituto Politécnico de Viseu (IPV) lidera um projeto de dois anos que promove a formação e mediação intercultural em práticas tradicionais nefastas que afetam mulheres migrantes e refugiadas, tais como a mutilação genital, o casamento precoce forçado e os crimes de honra.

O projeto IAPHP já publicou um kit que aborda a prevenção destas práticas e prepara profissionais de primeira linha com os recursos necessários para “prevenir, identificar e responder” a tais situações, explica o IPV.

O projeto envolve mais seis parceiros de quatro países: a Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, a Comissão para a Cidadania e a Igualdade de Género e a Community Impact, de Portugal, a PRAKSIS Association, da Grécia, a Fondazione Iniziative e Studi sulla Multietnicità, de Itália, e a Victim Support Europe, da Bélgica.

“Este projeto visa proporcionar formação em mediação intercultural centrada na prevenção de práticas tradicionais nefastas tradicionais. Estas práticas, como a mutilação genital feminina, o casamento precoce forçado e os crimes de honra, violam não só os direitos humanos, mas também causam danos físicos, emocionais e psicológicos aos indivíduos e às comunidades. As práticas tradicionais nefastas estão profundamente enraizadas em várias comunidades em todo o mundo, muitas vezes enraizadas na discriminação baseada no sexo, género ou idade”, realça o Politécnico de Viseu.

O ‘toolkit’ do IAPHP oferece orientação e apoio aos profissionais que trabalham nos setores da educação, da saúde, dos serviços sociais e da justiça. Dividido em quatro secções – Prevenção, Deteção Precoce e Encaminhamento, Intervenção em Situações de Crise e Recomendações para Políticas e Práticas -, o manual fornece “uma abordagem multissetorial para lidar com práticas tradicionais nefastas”.

O kit será de livre acesso a todos os profissionais e ao público em geral. O IPV espera que o material “aumente a consciencialização, a capacitação e a confiança dos profissionais que trabalham no combate às práticas tradicionais nefastas”.

pub
 Politécnico de Viseu lidera projeto que quer prevenir práticas tradicionais nefastas - Jornal do Centro

Outras notícias

pub
 Politécnico de Viseu lidera projeto que quer prevenir práticas tradicionais nefastas - Jornal do Centro

Notícias relacionadas

Procurar