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Ranking: Saiba em que lugar estão as escolas do distrito de Viseu

E como foi no básico? o que pedem os pais, tudo sobre o ranking das escolas

 Ranking: Saiba em que lugar estão as escolas do distrito de Viseu - Jornal do Centro
04.04.25
fotografia: Jornal do Centro
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 Ranking: Saiba em que lugar estão as escolas do distrito de Viseu - Jornal do Centro
04.04.25
Fotografia: Jornal do Centro
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 Ranking: Saiba em que lugar estão as escolas do distrito de Viseu - Jornal do Centro

No ranking geral dos exames do secundário realizados no ano escolar 23/24, a Alves Martins é a que lidera o top das melhores escolas do distrito de Viseu, tendo subido seis posições relativamente ao ano anterior. A que ocupa o último lugar dos 27 estabelecimentos de ensino básico e secundário é a de Tabuaço e a que teve uma maior queda foi a de Tarouca. Os dados foram divulgados esta sexta-feira.

A Escola do centro da cidade de Viseu ocupa a 64ª posição no ranking geral com uma média de 13,1 valores. Considerando as escolas localizadas em Viseu, a Escola Secundária Alves Martins ocupa a 1ª posição do concelho, estando 1,24 valores acima da média. Seguem-se a Escola Secundária de Vouzela (69.º lugar) com uma média de 12,9 valores e uma descida de 17 posições face a 2023; e a de Moimenta da Beira (91.ª posição) com uma média de 12,6 valores e uma subida de 128 posições face ao ano anterior. De referir que, e de acordo com as análises que foram realizadas para o Expresso, as notas nos exames de Matemática ficaram nos 15,9 valores, o que coloca a escola acima da média de 10,7 valores dos restantes alunos do país. Já a Biologia e Geologia, a média das notas de exame foi de 7,8 valores, abaixo dos 11,3 a nível nacional. Na disciplina de Física e Química, os alunos desta escola tiveram 13,1 valores, acima dos 11,2 valores dos colegas de todo o país. No total, nesta escola, houve 7 exames com nota entre 19 e 20 valores.

Quanto às notas internas, as que são atribuídas por cada professor, os alunos desta escola tiveram uma média de 16,2 valores, contando com todas as disciplinas, incluindo as que não têm exame nacional. Esta média fica 1,07 valores acima dos 15,13 valores a nível nacional. 

Neste ranking, e considerando apenas as escolas do distrito de Viseu, a que teve uma maior subida na lista geral foi a Escola Secundária Dr.ª Felismina Alcântara, em Mangualde, que ficou na 150ª posição no ranking geral, com uma média de 12 valores, uma subida de 171 posições face a 2023.

Se se tiver em conta apenas as escolas onde se realizaram 100 ou mais provas (um critério utilizado pelo Expresso para valorizar as que têm os resultados mais altos com um número já significativo de alunos), passaria para a 112ª posição do ranking.

Na disciplina de Português, os alunos tiveram uma média de 12,6 valores nos exames, acima da média de 12,3 valores a nível nacional. As notas nos exames de Matemática ficaram nos 12,3 valores, o que coloca a escola acima da média de 10,7 valores dos restantes alunos do país. Já a Biologia e Geologia, a média das notas de exame foi de 10,6 valores, acima dos 11,3 a nível nacional. Na disciplina de Física e Química, os alunos desta escola tiveram 11,6 valores, igual aos 11,2 valores dos colegas de todo o país. No total, nesta escola, houve seis exames com nota entre 19 e 20 valores. Quanto às notas internas, as que são atribuídas por cada professor, os alunos desta escola tiveram uma média de 16,3 valores, contando com todas as disciplinas, incluindo as que não têm exame nacional. 

Já a maior queda registou-se na Escola Escola Básica e Secundária Dr. José Leite de Vasconcelos, em Tarouca, que ficou na 570ª posição no ranking geral, com uma média de 9,9 valores. A descida foi de 370 posições face a 2023.

Na disciplina de Português, os alunos tiveram uma média de 10,9 valores nos exames, abaixo da média de 12,3 valores a nível nacional. As notas nos exames de Matemática ficaram nos 11,3 valores, o que coloca a escola abaixo da média de 10,7 valores dos restantes alunos do país. Já a Biologia e Geologia, a média das notas de exame foi de 8,5 valores, abaixo dos 11,3 a nível nacional. Na disciplina de Física e Química, os alunos desta escola tiveram 8,7 valores, abaixo dos 11,2 valores dos colegas de todo o país.

EscolaPosição no ranking geral
Escola Básica e Secundária Gomes Teixeira – Armamar513
Escola Secundária de Carregal do Sal232
Escola Secundária de Castro Daire335
Escola Secundária Professor Doutor Flávio F. Pinto Resende – Cinfães237
Colégio de Lamego104
Escola Básica e Secundária da Sé – Lamego318
Escola Secundária Latino Coelho – Lamego381
Escola Secundária Dr.ª Felismina Alcântara – Mangualde150
Escola Básica e Secundária de Moimenta da Beira91
Escola Secundária Dr. João Lopes de Morais – Mortágua297
Escola Básica e Secundária Eng. Dionísio Augusto Cunha – Nelas222
Escola Secundária de Nelas214
Escola Básica e Secundária de Oliveira de Frades272
Escola Básica e Secundária de Penalva do Castelo351
Escola Secundária de Resende389
Escola Secundária de Santa Comba Dão224
Escola Básica e Secundária de São João da Pesqueira217
Escola Secundária de São Pedro do Sul152
Escola Secundária Frei Rosa Viterbo – Sátão303
Escola Básica e Secundária Abel Botelho – Tabuaço608
Escola Básica e Secundária Dr. José Leite de Vasconcelos – Tarouca570
Escola Secundária de Molelos – Tondela314
Escola Secundária de Tondela209
Escola Secundária de Vila Nova de Paiva266
Escola Secundária Alves Martins – Viseu64
Escola Secundária Emídio Navarro – Viseu246
Escola Secundária Viriato – Viseu


Escola Secundária de Vouzela
375

69

E como foi no ensino básico?

No ensino básico, e tendo em conta os exames do 9.º ano, o primeiro estabelecimento a aparecer no ranking geral é o Colégio da Via Sacra (ensino privado) que ocupa a a 27.ª posição, seguindo-se a Escola Básica Padre João Rodrigues, em Sernancelhe e que está em 92.º lugar, e a Alves Martins (Viseu) e que ocupa a 131.ª posição. 

A média nacional dos resultados nas provas do 9.º ano realizadas no ano passado melhorou, mas a maioria das escolas não chegou à nota positiva e são os alunos do público quem tem mais dificuldades.  

Em 2024, os resultados dos alunos do 9.º ano na prova nacional de Português desceram ligeiramente face ao ano anterior, mas subiram as notas a Matemática, que contribuíram para a melhoria global da média nacional, de 2,79 para 2,91 valores (numa escala de zero a cinco).

Olhando para as mais de 181 mil provas realizadas, a maioria das escolas não conseguiu, no entanto, chegar à positiva e em 704 dos 1.043 estabelecimentos de ensino analisados pela Lusa (67,50%), com base em dados oficiais, a média dos resultados dos alunos nas duas provas ficou abaixo dos três valores.

As dificuldades são sentidas, sobretudo, nas escolas públicas: em 683, a média foi negativa, o que representa 75,22% do total de escolas públicas enquanto nos colégios foram apenas 21 aqueles que não chegaram aos três valores (15,56%).

No ‘ranking’ geral realizado pela Lusa, que ordenou as escolas pelos melhores resultados nas provas finais do 3.º ciclo, os 10 primeiros lugares são ocupados por colégios privados, uma lista liderada pelo Colégio Novo da Maia, onde a média chegou aos 4,51 valores, entre as provas de Português e Matemática.

À semelhança daquele colégio do distrito do Porto, houve 23 escolas com notas médias acima dos quatro valores, todas privadas, seguindo-se o Grande Colégio Universal, com 4,40 valores e o Colégio Nossa Senhora do Rosário, com 4,30 valores, ambos na cidade do Porto.

Por outro lado, é preciso descer até ao 27.º lugar do ‘ranking’ para encontrar a melhor escola pública: a Escola Artística do Conservatório de Música do Porto, onde a média dos resultados nas 96 provas realizadas chegou aos 3,96 valores.

Pela negativa, houve 11 escolas onde a classificação média ficou abaixo dos dois valores e no fundo da tabela ficou a Escola Básica (EB) da Trafaria, em Almada, com 1,75 valores, seguindo-se a EB do Bairro Padre Cruz, também com 1,75 valores, e a EB Pintor Almada Negreiros, com 1,83 valores, ambas em Lisboa.

Por disciplina, a média dos resultados a Português foi de 3 valores, enquanto a classificação média foi de 2,8 valores a Matemática, disciplina em que apenas metade dos alunos teve positiva.

A Português, a percentagem de positivas foi de 76%, com as raparigas a voltarem a ter melhores desempenhos às duas disciplinas.

Segundo um relatório divulgado pela Direção-Geral de Estatísticas de Educação e Ciência (DGEEC) em fevereiro, com base nos resultados das provas, o estatuto socioeconómico continua a ter forte impacto nos resultados, em especial a Matemática, com os alunos de famílias mais pobres (com escalão A do Apoio Social Escolar) a terem notas bem mais baixas do que as crianças que não são beneficiárias.

O mesmo relatório mostra que aumentaram os casos de sucesso, mas há muito mais casos entre os jovens de famílias mais favorecidas, segundo o indicador dos “percursos diretos de sucesso”, que mostra a percentagem de alunos que têm um trajeto sem retenções ao longo do 3.º ciclo e obtêm positiva nas provas finais do 9.º ano.

Pais pedem ‘ranking’ de escolas amigas dos alunos e que prepare jovens para viver em sociedade

A Confederação Nacional das Associações de Pais (Confap) defendeu hoje a criação de ‘rankings’ de “escolas amigas dos alunos”, sublinhando que os estabelecimentos de ensino devem ser “muito mais” do que espaços que preparam os jovens para os exames nacionais.

No dia em que vários órgãos de comunicação social voltam a divulgar várias listagens que ordenam as escolas privadas e públicas tendo em conta os resultados nos exames nacionais, a presidente da Confap defende que ser um estabelecimento de ensino bem classificado “não significa que seja uma melhor escola”.

“Os ‘rankings’ mostram as escolas que obtiveram melhores resultados nos exames e isso significa que aqueles alunos estiveram mais bem preparados, mas não significa que sejam melhores escolas ou que aqueles alunos sejam melhores do ponto de vista de todas as competências sociais”, sublinhou Mariana Carvalho, presidente da Confap, em declarações à Lusa.

Para os pais, deveria ser criado um “ranking de Escolas amigas da criança”, de “melhor ambiente escolar” e de escolas capazes de preparar os jovens para viver em sociedade de forma responsável e respeitadora, em vez de se mostrar apenas quem foram os que conseguiram ter melhores resultados académicos.

Mariana Carvalho acredita que as escolas privadas dediquem muito do seu tempo na preparação dos seus alunos para os exames, enquanto nas escolas públicas existem realidades muito distintas, que obrigam a atuar em várias frentes.

Com alunos de todos os estratos socioeconómicos, as escolas públicas contam com uma franja da população sem capacidade financeira para, por exemplo, poder recorrer a explicações ou a aulas de apoio quando os filhos sentem mais dificuldades, sublinhou Mariana Carvalho.

Também há crianças que continuam a chegar à escola sem tomar o pequeno-almoço, ou jovens que trazem de casa problemas que se sobrepõem às matérias ensinadas pelos professores.

A estas realidades, os diretores escolares chamam a atenção para os casos de escolas em que a prioridade é garantir que todos os alunos vão às aulas e não abandonam os estudos.

Vários estudos têm demonstrado que é muito mais difícil para um aluno mais pobre ter bons resultados académicos e em Portugal não é exceção: Os alunos sem Apoio Social Escolar tiveram melhores notas a todas as disciplinas quando comparados com os colegas de famílias carenciadas, segundo as médias nacionais nos exames do ano passado.

Mariana Carvalho lembrou ainda que as greves e falta de professores nas escolas são um problema muito mais presente nos estabelecimentos públicos.

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