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Os funcionários da OSP Overprint Services Portugal, sediada em Sernancelhe, continuam sem trabalho e sem receber desde fevereiro. A situação mantém-se incerta, apesar das queixas apresentadas à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT).
De acordo com o dirigente do Sindicato das Indústrias Transformadoras, Telmo Reis, “a ACT tentou entrar em contacto com a empresa, mas não conseguiu”. A Autoridade para as Condições de Trabalho chegou a visitar as instalações da empresa, mas não encontrou ninguém responsável.
Inclusive, a autoridade foi informada de que os Recursos Humanos da empresa estariam em teletrabalho, mas mais uma vez não tiveram sucesso quando os contactaram.
O dirigente sindical diz que os trabalhadores “já foram informados de que podem pedir a suspensão do contrato, mas de momento ainda ninguém recorreu”. “Aquilo que sabemos é que eles estão em casa e estão dispensados do trabalho, mas há sempre a obrigatoriedade da entidade patronal de continuar a executar o pagamento do respetivo vencimento”.
Os trabalhadores denunciam que a empresa não pagou os salários de fevereiro e que também não pagou parte do mês de janeiro.
Funcionários da Overprint Services, sediada em Sernancelhe, contam que “a empresa enviou uma carta a 31 de janeiro a informar que, caso a Segurança Social não aprovasse o layoff, não pagaria as horas que os trabalhadores passaram em casa”. Posteriormente, os valores foram descontados dos salários.
A empresa tinha anunciado em janeiro que avançaria para um regime de layoff, mas o pedido foi recusado pela Segurança Social. No entanto, os trabalhadores receberam apenas 65% do salário desse mês, sem terem conhecimento de que não estavam oficialmente em layoff.
O Sindicato das Indústrias Transformadoras avançou com uma queixa à Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) no início do mês de março, após uma manifestação pacífica em frente às instalações da empresa sediada em Sernancelhe.
A situação dos trabalhadores da OSP Overprint Services Portugal continua incerta, enquanto a empresa não se pronuncia sobre o assunto e os trabalhadores são encaminhados para casa quando se apresentam ao trabalho.