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Urgências de Viseu com tempo de 2,30 horas de espera para utentes com pulseira amarela no pico do Inverno

Ordem dos Enfermeiros realizou uma visita a 21 serviços de urgência. Divulgação dos dados tem como objetivo perceber problemas de há vários anos

 Urgências de Viseu com tempo de 2,30 horas de espera para utentes com pulseira amarela no pico do Inverno
23.08.24
fotografia: Jornal do Centro
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 Urgências de Viseu com tempo de 2,30 horas de espera para utentes com pulseira amarela no pico do Inverno
21.12.24
Fotografia: Jornal do Centro
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 Urgências de Viseu com tempo de 2,30 horas de espera para utentes com pulseira amarela no pico do Inverno

O tempo média de espera no serviço de urgência geral do hospital de Viseu para primeira observação de utentes com pulseira amarela foi de 2,30 horas no pico do inverno, demonstrou a Secção Regional Centro da Ordem dos Enfermeiros num retrato que fez aos serviços de urgência da região centro.

A Secção Regional Centro (SRC) da Ordem dos Enfermeiros (OE) realizou uma visita a 21 serviços de urgência (SU) no dia 12 de janeiro, no pico do inverno, num contexto de “elevada incidência de infeções respiratórias agudas na comunidade e que, há semanas, mantinha os SU sob grande pressão”.

“Aveiro foi o SU com maior afluência de utentes, sendo que o Hospital Universitário de Coimbra era a unidade com mais enfermeiros. O Serviço de Urgência Médico-cirúrgica de Caldas da Rainha teve a melhor resposta instalada face à procura registada, enquanto São João da Madeira e Águeda registaram a pior”.

A OE revelou ainda que São João da Madeira e Águeda detêm o pior resultado na relação nas 24 horas do rácio enfermeiro/utente, “com cerca de 11 utentes por cada enfermeiro”.

Já o “hospital geral de Coimbra e Caldas da Rainha surgem com cerca de dois utentes por cada enfermeiro”.

Durante a visita aos serviços de urgência foi também avaliada a implementação de protocolos de Vias Verdes e apenas dois Serviços de Urgência Básica, quatro Serviços de Urgência Médico-cirúrgica e um Serviço de Urgência Polivalente dispunham de equipa de transporte.

Como estes transportes “demoram horas, ausentando elementos das equipas, durante grande parte dos turnos” o rácio é reduzido, “colocando em causa as dotações seguras, com todas as consequências que daí podem advir, tanto para doentes como para profissionais”.

As visitas foram realizadas a dez Serviços de Urgência Básica, a nove Serviços de Urgência Médico-cirúrgica e a dois Serviços de Urgência Polivalente.

Coimbra registou o maior número de admissões: 442 (Hospital Universitário de Coimbra e Hospital Geral – Covões). Seguiu-se o Hospital Infante D. Pedro, em Aveiro, com 427 doentes admitidos, e 242 admissões no Hospital São Teotónio, em Viseu.

Foram objeto de avaliação o número de admissões das últimas 24 horas, as prioridades atribuídas pelo Sistema de Triagem de Manchester, os tempos de espera para a 1.ª observação médica, a existência de equipas de transporte, de protocolos vias verdes e de protocolos de reavaliação/retriagem de doentes e ainda a permanência de doentes há mais de 24 horas nos SU e as dotações de enfermagem.

“Quase 600 doentes estavam há mais de 24 horas nos SU, destacando-se pela negativa Guarda (59 utentes); Caldas da Rainha (36 utentes) e Leiria (34 utentes) entre as 24 e as 48 horas, dos quais 83 aguardavam há mais de dois dias no SU”, adiantou a OE.

Guarda e Leiria “mantêm o retrato negro nesta categoria, com 23 e 21 utentes, respetivamente”.

Os enfermeiros realçaram que quando o número de doentes no SU é elevado, os utentes permanecem internados em espaços “sem vigilância”, não existindo “condições mínimas de segurança”.

“Quando existem tempos de espera para a primeira observação médica que ultrapassam as 20 horas, é impossível assegurar dotações de enfermeiros que consigam retriar/reavaliar”.

Quando se aproxima o outono e inverno, um momento propício a doenças respiratórias, a divulgação destes dados tem como objetivo “perceber os problemas instalados, aliás, há vários anos a esta parte, onde os riscos para com a qualidade e segurança de cuidados a prestar estão mais vincados”, afirmou o presidente do Conselho Diretivo da SRC da Ordem dos Enfermeiros, Valter Amorim, citado numa nota de imprensa divulgada.

 Urgências de Viseu com tempo de 2,30 horas de espera para utentes com pulseira amarela no pico do Inverno

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